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Mais resistência…

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Feijão superprecoce é mais resistente

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Pesquisa conseguiu desenvolver variedades que produzem em 65 dias

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) atualizou os dados da safra de grãos 19/20 em mais um boletim de levantamento divulgado nesta terça-feira (11). O Brasil caminha para um novo recorde. A produção de grãos deverá fechar em 253,7 milhões de toneladas, um crescimento de 4,8% sobre a safra passada ou 11,6 milhões de toneladas sobre a produção da safra passada. O número é maior do que a previsão de julho que também era um recorde na casa de 251 milhões de toneladas.

 

Soja e milho

A soja e o milho são as culturas que puxam esse número, responsáveis por 90% da produção nacional. A oleaginosa já tem garantida a produção recorde estimada em 120,9 milhões de toneladas,  com  ganho de 5,1%. A área plantada foi de 36,9 milhões de hectares. A maior produtividade foi registrada no Distrito Federal, com 3,9 kg/ha. O maior produtor segue sendo Mato Grosso seguido de Paraná e Goiás.

Com o final próximo da colheita da primeira e segunda safra das commodities, o estudo passa a analisar as culturas de terceira e de inverno. O milho total tem recorde assegurado pelos seus 102,1 milhões de toneladas. A primeira safra encerrou em 25,6 milhões de toneladas. A segunda safra caminha para o fechamento apenas dependendo de 1,5% da contribuição das lavouras cultivadas na região do Sealba (Sergipe, Alagoas e nordeste da Bahia). A safrinha é estimada em 74,9 milhões de toneladas. A terceira safra, plantada em cinco estados, deve fechar em 1,5 milhões de toneladas. A área plantada total está em 18,5 milhões de hectares.

 

Culturas de inverno

As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada trigo e triticale) finalizam o plantio neste mês. A estimativa é de crescimento de 12,1% na área plantada. O destaque fica para o trigo que vem ganhando mais espaço em terras brasileiras. 

A área plantada cresceu 14,1% e alcançou  2,33 milhões de hectares. Se a safra correr bem a expectativa também é recorde: 6,8 milhões de toneladas. O Brasil só ultrapassou a marca dos 6 milhões de toneladas de trigo em 4 ocasiões na série histórica, sendo esta a maior, caso se confirmem as estimativas. A maior produção é esperada no Paraná, cerca da metade do volume total.

Algodão, arroz e feijão

O algodão aumentou em 5,4%, prevendo uma produção de 2,93 milhões de toneladas de pluma. A área plantada é de 2,6 milhões de hectares.

O arroz deve crescer 6,6% e colher 11,2 milhões de toneladas. Dessas, 10,3 milhões em áreas de cultivo irrigado. Há  boas perspectivas de mercado, com exportações recordes e crescimento do consumo interno, o que leva à redução nas estimativas de estoques de passagem do setor. Para a safra atual, com uma balança comercial superavitária estimada em 400 mil toneladas e crescimento do consumo, projeta-se preço elevado ao longo de todo o período de comercialização da nova safra.

 

O feijão total cresceu 5,4%, alcançando 3,18 milhões de toneladas, dependendo da terceira safra que está em fase de colheita. Mais da metade dessa colheita (1,9 mi t) é da espécie comum cores.

 

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Grãos récordes…

Grãos Récordes...

Produção de grãos bate novo recorde

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Brasil fechará safra 19/20 em 253,7 milhões de toneladas

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) atualizou os dados da safra de grãos 19/20 em mais um boletim de levantamento divulgado nesta terça-feira (11). O Brasil caminha para um novo recorde. A produção de grãos deverá fechar em 253,7 milhões de toneladas, um crescimento de 4,8% sobre a safra passada ou 11,6 milhões de toneladas sobre a produção da safra passada. O número é maior do que a previsão de julho que também era um recorde na casa de 251 milhões de toneladas.

 

Soja e milho

A soja e o milho são as culturas que puxam esse número, responsáveis por 90% da produção nacional. A oleaginosa já tem garantida a produção recorde estimada em 120,9 milhões de toneladas,  com  ganho de 5,1%. A área plantada foi de 36,9 milhões de hectares. A maior produtividade foi registrada no Distrito Federal, com 3,9 kg/ha. O maior produtor segue sendo Mato Grosso seguido de Paraná e Goiás.

Com o final próximo da colheita da primeira e segunda safra das commodities, o estudo passa a analisar as culturas de terceira e de inverno. O milho total tem recorde assegurado pelos seus 102,1 milhões de toneladas. A primeira safra encerrou em 25,6 milhões de toneladas. A segunda safra caminha para o fechamento apenas dependendo de 1,5% da contribuição das lavouras cultivadas na região do Sealba (Sergipe, Alagoas e nordeste da Bahia). A safrinha é estimada em 74,9 milhões de toneladas. A terceira safra, plantada em cinco estados, deve fechar em 1,5 milhões de toneladas. A área plantada total está em 18,5 milhões de hectares.

 

Culturas de inverno

As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada trigo e triticale) finalizam o plantio neste mês. A estimativa é de crescimento de 12,1% na área plantada. O destaque fica para o trigo que vem ganhando mais espaço em terras brasileiras. 

A área plantada cresceu 14,1% e alcançou  2,33 milhões de hectares. Se a safra correr bem a expectativa também é recorde: 6,8 milhões de toneladas. O Brasil só ultrapassou a marca dos 6 milhões de toneladas de trigo em 4 ocasiões na série histórica, sendo esta a maior, caso se confirmem as estimativas. A maior produção é esperada no Paraná, cerca da metade do volume total.

Algodão, arroz e feijão

O algodão aumentou em 5,4%, prevendo uma produção de 2,93 milhões de toneladas de pluma. A área plantada é de 2,6 milhões de hectares.

O arroz deve crescer 6,6% e colher 11,2 milhões de toneladas. Dessas, 10,3 milhões em áreas de cultivo irrigado. Há  boas perspectivas de mercado, com exportações recordes e crescimento do consumo interno, o que leva à redução nas estimativas de estoques de passagem do setor. Para a safra atual, com uma balança comercial superavitária estimada em 400 mil toneladas e crescimento do consumo, projeta-se preço elevado ao longo de todo o período de comercialização da nova safra.

 

O feijão total cresceu 5,4%, alcançando 3,18 milhões de toneladas, dependendo da terceira safra que está em fase de colheita. Mais da metade dessa colheita (1,9 mi t) é da espécie comum cores.

 

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Safra de feijão…

Safra de Feijão...

Safra de feijão será maior

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Conab revisou para cima os números da safra 19/20

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta terça-feira (11) o 11º boletim de levantamento da safra de grãos 19/20.

A colheita de feijão ficará acima da que foi estimada em julho. O país deve colher no total 3,18 milhões de toneladas, uma alta de 5,4%. A projeção anterior aponta 3,15 milhões de toneladas. A área plantada ficou em 2,9 milhões de hectares. 

A alta foi registrada no feijão-caupi que passou de 718,2 toneladas para 722,3 toneladas. O avanço em produção foi registrado em Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Paraíba e Piauí. O Ceará teve a maior alta, passando de 144 toneladas para 155. A Bahia registrou uma pequena queda, passando de 112 toneladas para 107. 

 

O maior volume colhido é do feijão em cores, totalizando 1,9 milhão de toneladas. O feijão preto alcançou 500 toneladas.

 

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Recorde do Agro…

Recorde...

Agro bate recorde nas exportações

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Crescimento foi de 9,2% em valor na comparação com os primeiros sete meses do ano anterior

As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram a marca de US$ 61,2 bilhões e de 131,5 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a julho de 2020, um novo recorde para o período. Em relação aos primeiros sete meses do ano passado, o crescimento alcançado foi de 9,2% em valor e 17% na quantidade exportada.

De acordo com as informações divulgadaas pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) , o saldo da balança comercial do setor registrou superávit de US$ 54 bilhões, maior valor da história para o período. Os principais produtos exportados de janeiro a julho foram a soja em grãos (US$ 23,8 bilhões), a carne bovina in natura (US$ 4,2 bilhões), a celulose (US$ 3,6 bilhões), o açúcar de cana em bruto (US$ 3,5 bilhões) e o farelo de soja (US$ 3,5 bilhões). Esses cinco produtos representaram 62,9% da pauta exportadora do agro brasileiro no período.

A China foi o principal importador do Brasil, sendo destino de 39,2% dos embarques dos produtos agropecuários. A receita gerada com as exportações para o país asiático foi de US$ 24 bilhões no período. Na sequência vieram a União Europeia, para onde foram 16% das vendas externas brasileiras, Estados Unidos (6%), Japão (2,1%) e Hong Kong (2%). 

O mês de julho manteve o elevado patamar de vendas que vem acontecendo em 2020 e registrou recorde de exportações e do saldo comercial do agro para julho. Enquanto as vendas ao exterior somaram US$ 10 bilhões, o saldo comercial foi de US$ 9 bilhões. O volume das exportações alcançou 24,4 milhões de toneladas.  Em comparação ao mês de julho de 2019, o aumento no valor exportado em 2020 foi de 11,7%, enquanto os ganhos em volume chegaram a 19,2%. 

 

Os principais produtos exportados no mês foram a soja em grãos (US$ 3,6 bilhões), o açúcar de cana em bruto (US$ 790,5 milhões) a carne bovina in natura (US$ 690,7 milhões), o milho (US$ 662,3 milhões), e o farelo de soja (US$ 578,6 milhões). Os cinco produtos representaram 63,3% da pauta exportadora do mês. A China foi o destino de 38,4% das vendas externas em julho.

O destaque de julho foi o aumento de 8,1% nas vendas para os países islâmicos em relação ao mesmo mês do ano anterior. As exportações alcançaram US$ 1,7 bilhão, valor que representou quase 20% do total exportado pelo agro brasileiro em julho. Os produtos mais vendidos foram açúcar e soja. Egito, Turquia e Irã, os maiores compradores.

Setores – A Confederação analisou o desempenho de setores como chás, mate e especiarias, frutas, lácteos, pescados e produtos apícolas. Esses produtos estão no foco de atuação do projeto Agro.BR, uma parceria com a Apex Brasil para apoiar a exportação de pequenos e médios produtores, buscar novos mercados e ampliar a diversificação da pauta exportadora. Para o agregado dos primeiros sete meses do ano, as vendas de chás, mate e especiarias alcançaram US$ 203,8 milhões e tiveram alta de 19,8% em relação ao mesmo período de 2019, movimento gerado, sobretudo, pelas variações nas vendas de gengibre e pimenta do reino que tiveram aumentos de US$ 15,5 milhões e US$ 10,1 milhões, respectivamente.

 

As exportações brasileiras dos produtos deste setor registraram, no mês de julho, uma variação positiva de 52,8% em relação ao mesmo mês de 2019, e representaram US$ 30,4 milhões e 17 mil toneladas em exportações em julho de 2020.

Frutas – No agregado dos primeiros sete meses do ano, as quedas em valor e volume nas exportações de frutas foram de US$ 44,8 milhões e 4,1 mil toneladas respectivamente, o que fez com que as vendas atingissem a marca de US$ 440,1 milhões em 2020, frente aos US$ 485,4 milhões no ano anterior. Em julho desse ano, as exportações de frutas foram 15,4% maiores em valor e 38,4% maiores em peso em relação ao mesmo mês de 2019. O aumento foi puxado pelas exportações de mangas e maçãs, que registraram uma variação positiva de US$ 5,3 milhões e US$ 3,2 milhões, respectivamente, na mesma comparação.

Lácteos – As vendas do segmento de lácteos tiveram aumento de 22,8% em valor e 21,9% em volume entre janeiro e julho, puxadas pela alta nas exportações de leite em pó, leite modificado e creme de leite.  A receita gerada pelas exportações de produtos lácteos brasileiros no mês de julho foi 50,9% maior em relação à 2019, somando US$ 6,7 milhões. 

Pescados – Os pescados brasileiros apresentaram queda no valor exportado de US$ 17,8 milhões no acumulado dos primeiros sete meses de 2020. O total exportado foi de US$ 120,1 milhões. No mês de julho, a redução no valor exportado foi de 23,7%, em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas totais somaram US$ 29,7 milhões.

 

Produtos apícolas – O setor registrou um aumento de 39,6% no valor e de 79,3% no peso exportado na comparação entre os primeiros sete meses de 2020 e 2019. A variação foi impulsionada pelo aumento de US$ 15,2 milhões nas vendas de mel brasileiro ao exterior de janeiro a julho desse ano, em relação a 2019.

Em julho, o mel registrou US$ 11,2 milhões e a cera de abelha US$ 638 mil em exportações, vendas maiores que as registradas no mesmo mês de 2019.

 

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